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Ao crepúsculo...
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Al crepuscolo...
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Ao crepúsculo, as casas empalidecem,
Preparando-se para a longa travessia da noite,
Despedem-se com os últimos fulgores das vidraças do sol.
Registo coralífero à luz moribunda,
As casas crescem agora por dentro,
Agitam-se de vozes e crianças,
São inundadas por odores,
Abrem as paredes à lembrança.
Que vidas escondem?
As casas tudo calam,
Libertando, quando consentido,
Monossílabos de janelas abertas ou portas
Ou roupas dispostas ao calor.
São assim as casas, fiéis,
Calorosos túmulos da vida.
Preparando-se para a longa travessia da noite,
Despedem-se com os últimos fulgores das vidraças do sol.
Registo coralífero à luz moribunda,
As casas crescem agora por dentro,
Agitam-se de vozes e crianças,
São inundadas por odores,
Abrem as paredes à lembrança.
Que vidas escondem?
As casas tudo calam,
Libertando, quando consentido,
Monossílabos de janelas abertas ou portas
Ou roupas dispostas ao calor.
São assim as casas, fiéis,
Calorosos túmulos da vida.
Al crepuscolo, le case impallidiscono,
Disponendosi alla lunga traversata della notte,
Si dileguano con gli ultimi fulgori delle vetrate del sole.
Registro corallifero nella morente luce,
Ora le case crescono all’interno,
Si movimentano di voci e di bambini
Sono inondate di effluvi,
Aprono le pareti al ricordo.
Che vite nascondono?
Le case tutto celano,
Esternando, quando consentito,
Monosillabi di finestre aperte o di porte
O d’indumenti sistemati al caldo.
Sono così le case, fedeli,
Calorosi avelli della vita.
Disponendosi alla lunga traversata della notte,
Si dileguano con gli ultimi fulgori delle vetrate del sole.
Registro corallifero nella morente luce,
Ora le case crescono all’interno,
Si movimentano di voci e di bambini
Sono inondate di effluvi,
Aprono le pareti al ricordo.
Che vite nascondono?
Le case tutto celano,
Esternando, quando consentito,
Monosillabi di finestre aperte o di porte
O d’indumenti sistemati al caldo.
Sono così le case, fedeli,
Calorosi avelli della vita.
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Egon Schiele Sole al tramonto (1913) |
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