Hilda Hilst


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• Hilda de Almeida Prado Hilst (Jaú, São Paulo, 21 aprile 1930 - Campinas, 4 febbraio 2004) è stata una poetessa, romanziera e drammaturga brasiliana, considerata dalla critica una delle più grandi scrittrici di lingua portoghese del XX secolo.
• Hilda era la figlia unica di Apolônio de Almeida Prado Hilst, ricco proprietario terriero (nella cui tenuta agricola, nei dintorni della città di Jaú, si coltivavano circa 200 000 piante di caffè), ma anche giornalista, saggista e poeta, più interessato alla poesia che al caffè, figlio di Eduardo Hilst, immigrato originario dell'Alsazia-Lorena (Francia). Sua madre, Bedecilda Vaz Cardoso, discendeva invece da una famiglia di immigrati portoghesi.
OPERE POETICHE PUBBLICATE (21 raccolte di poesia, tra cui 2 poesie riunite)


•1950 Presságio
•1951 Balada de Alzira
•1955 Balada do festival
•1959 Roteiro do Silêncio
•1961 Trovas de muito amor para um amado senhor
•1961 Ode Fragmentária
•1962 Sete cantos do poeta para o anjo
•1967 Poesia (1959/1967)
•1969 Amado Hilst
•1974 Júbilo, memória, noviciado da paixão
•1980 Poesia (1959/1979)

•1980 Da Morte. Odes mínimas
•1980 Cantares de perda e predileção
•1984 Poemas malditos, gozosos e devotos
•1986 Sobre a tua grande face
•1989 Amavisse
•1990 Alcoólicas
•1992 Bufólicas
•1992 Do Desejo
•1995 Cantares do Sem Nome e de Partidas
•1999 Do Amor

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POESIE ON LINE


  • Estratte da Presságio (1950) :
1
2
Estou viva
Me mataria em março...
Sono viva
Mi ammazzerei a marzo...


  • Estratte da Balada do Festival (1955) :
1
2
3
Haste pensativa e débil...
Haverá sempre o medo...
Nós, poetas e amantes...
Stelo pensieroso e debole...
Sempre ci sarà la paura...
Noi, poeti e amanti...


  • Estratte da Roteiro do Silêncio (1959) :
1
Roteiro do Silêncio
Regola del silenzio...


  • Estratte da Ode fragmentária (1961) :
1
Morremos sempre...
Moriamo sempre...


  • Estratte da Júbilo, memória, noviciado da paixão (1974) :
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
A minha Casa é guardiã do meu corpo...
Amada vida
Ama-me. É tempo ainda...
Antes que o mundo acabe...
Bombas limpas, disseram?
Enquanto faço o verso...
Se Clódia desprezou Catulo...
Se for possível, manda-me dizer...
Se te pareço noturna e imperfeita...
Sorrio quando penso...
Toma-me...
Tudo vive em mim...
La mia Casa è custode del mio corpo...
Amata vita
Amami. È ancora tempo...
Prima che finisca il mondo...
Bombe pulite, hanno detto?
Mentre io scrivo versi...
Se Clodia disprezzò Catullo...
Se possibile, mandami a dire...
Se ti sembro notturna e imperfetta...
Sorrido quando penso...
Prendimi...
Tutto vive in me...


  • Estratte da Da morte. Odes mínimas (1980) :
1
2
3
Não me procures ali...
Por que me fiz poeta?...
Se eu soubesse...
Non venirmi a cercare là...
Perché mi son fatta poeta?
Se io sapessi...


  • Estratte da Cantares de Perda e Predileção (1983) :
1
2
3
Eu amo Aquele que caminha...
Para poder morrer...
Vida da minha alma...
Io amo Colui che cammina...
Per poter morire...
Vita dell’anima mia...


  • Estratte da Sobre a tua grande face (1986) :
1
2
De tanto pensar...
Hoje te canto...
Dal tanto pensare a te...
Oggi ti canto...


  • Estratte da Amavisse (1989) :
1
2
3
4
5
6
7
As barcas afundadas...
Como se te perdesse, assim te quero...
Lê Catulo para mim...
O escritor e seus múltiplos...
Pássaro-Poesia
Se te pertenço...
Via espessa - I
Le barche affondate...
Come se ti perdessi, così ti voglio...
Leggi per me Catullo...
Lo scrittore e i suoi multipli...
Uccello-Poesia
Se t’appartengo...
Via spessa - I


  • Estratte da Alcoólicas (1990) :
1
A vida é líquida
La vita è liquida


  • Estratte da Do Desejo (1992) :
1
2
3
Desejo
Tenta-me de novo
Ver-te. Tocar-te...
Desiderio
Tentami di nuovo
Vederti. Toccarti...


  • Estratte da Cantares do sem nome e de partidas (1995) :
1
Que este amor não me cegue...
Che quest’amore non m'accechi...


  • Estratte da Do Amor (1999) :
1
Aquela
Quella


  • Estratte da Exercícios (2001) :
1
Passeio
Deambulazione






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