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Não são como os ratos ou os vira-latas.
Nunca desviam, os trens.
Este sempre acompanha o rio morto vivo.
Aqui dentro, uns lutam pra dormir, outros, pra acordar.
Uns achando que a vida é preparação pra morte
Outros, que a morte é o motor da vida.
Outros não acham nada. Sobrevivem
Os meus botões pensam:
morte em vida é que é o problema
Cocteau pensava além: a vida é uma queda na horizontal.
O trem pára. A porta se abre. Na falta,
qualquer rua, pra mim, é rio.
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Non sono come i topi o i cani randagi.
Non deviano mai, i treni.
Questo qui costeggia sempre il fiume morto vivo.
Qui dentro, certi lottano per dormire, altri, per svegliarsi.
Certi convinti che la vita è preparazione alla morte
Altri, che la morte è il motore della vita.
Altri convinti di niente. Sopravvivono
Penso tra me e me:
il vero problema è la morte in vita
Cocteau andava oltre: la vita è una caduta orizzontale.
Si ferma il treno. S’apre la porta. In mancanza d’un treno,
qualunque strada, per me, è fiume.
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