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Os homens são os anagramas dos deuses…
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Gli uomini sono gli anagrammi degli dei…
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Os homens são os anagramas dos deuses;
A vida corre naqueles
Com a predestinação de desaguar na terra,
Na cinza, apenas com promessas
Ardendo no último fulgor dos olhos.
Os deuses possuem veias de pedra
E entretêm-se com os universos
Microscópicos e frágeis que os homens constroem,
Os homens apagam-se, arrancam-se
Como pó de uma página. Os deuses duram.
Os homens choram e amam
De acordo com a sua medida, com o que o seu horizonte
Pode abranger.
Os deuses, quando amam, criam mundos
E choram vulcões e maremotos
E sismos e fendas.
Mas há homens que moram muito acima
Do fim do tempo parado
Que a sua lápide assinala.
Os homens dependem do hausto
Da semente de ar,
Dependem da sapiência generosa dos deuses
Mas os deuses vivem
Apenas na nave da crença humana.
A vida corre naqueles
Com a predestinação de desaguar na terra,
Na cinza, apenas com promessas
Ardendo no último fulgor dos olhos.
Os deuses possuem veias de pedra
E entretêm-se com os universos
Microscópicos e frágeis que os homens constroem,
Os homens apagam-se, arrancam-se
Como pó de uma página. Os deuses duram.
Os homens choram e amam
De acordo com a sua medida, com o que o seu horizonte
Pode abranger.
Os deuses, quando amam, criam mundos
E choram vulcões e maremotos
E sismos e fendas.
Mas há homens que moram muito acima
Do fim do tempo parado
Que a sua lápide assinala.
Os homens dependem do hausto
Da semente de ar,
Dependem da sapiência generosa dos deuses
Mas os deuses vivem
Apenas na nave da crença humana.
Gli uomini sono gli anagrammi degli dei;
La vita scorre in loro
Predestinata a defluire nella terra,
Nella cenere, e soltanto promesse
Ardono nel bagliore finale del loro sguardo.
Gli dei hanno vene di pietra
E si divertono con gli universi
Microscopici e fragili che gli uomini fabbricano,
Gli uomini scompaiono, si dissolvono
Come polvere da una pagina. Gli dei resistono.
Gli uomini piangono e amano
In base alla loro natura, a ciò che il loro orizzonte
Può abbracciare.
Gli dei, quando amano, creano mondi
E piangono vulcani e maremoti
E sismi e abissi.
Ma ci sono uomini che vivono molto al di là
Della fine del tempo inamovibile
Che la loro lapide attesta.
Gli uomini dipendono dal respiro
Che attinge alla semente dell’aria,
Dipendono dalla saggezza generosa degli dei
Ma gli dei vivono
Soltanto nel tempio dell’umana credenza.
La vita scorre in loro
Predestinata a defluire nella terra,
Nella cenere, e soltanto promesse
Ardono nel bagliore finale del loro sguardo.
Gli dei hanno vene di pietra
E si divertono con gli universi
Microscopici e fragili che gli uomini fabbricano,
Gli uomini scompaiono, si dissolvono
Come polvere da una pagina. Gli dei resistono.
Gli uomini piangono e amano
In base alla loro natura, a ciò che il loro orizzonte
Può abbracciare.
Gli dei, quando amano, creano mondi
E piangono vulcani e maremoti
E sismi e abissi.
Ma ci sono uomini che vivono molto al di là
Della fine del tempo inamovibile
Che la loro lapide attesta.
Gli uomini dipendono dal respiro
Che attinge alla semente dell’aria,
Dipendono dalla saggezza generosa degli dei
Ma gli dei vivono
Soltanto nel tempio dell’umana credenza.
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| Bronzo di Riace (V sec. a.C.) Museo Archeologico di Reggio Calabria |

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