Nome:
Collezione: Fonte: Altra traduzione: |
________________
|
Há muito tempo...
|
Da molto tempo...
|
Há muito tempo,
Entro nessa penumbra
Que, tonitruante,
Paramenta o espaço.
O entendimento de muitas metáforas
É pó, nada mais do que pó.
Pão, vinho, cordeiro –
O que significam estes símbolos
Onde Deus vai acordando
Como uma flor dormente?
E quem é esta gente, o rebanho,
Que conflui para os cânticos
Como um rio lento e seguro?
Uma estranha felicidade
Incensa as suas vozes incompreensíveis.
Há muito que guardo Deus
Como um livro fechado,
Órfão da fome que alimenta
E da ressequida sede que dessedenta.
Entro nessa penumbra
Que, tonitruante,
Paramenta o espaço.
O entendimento de muitas metáforas
É pó, nada mais do que pó.
Pão, vinho, cordeiro –
O que significam estes símbolos
Onde Deus vai acordando
Como uma flor dormente?
E quem é esta gente, o rebanho,
Que conflui para os cânticos
Como um rio lento e seguro?
Uma estranha felicidade
Incensa as suas vozes incompreensíveis.
Há muito que guardo Deus
Como um livro fechado,
Órfão da fome que alimenta
E da ressequida sede que dessedenta.
Da molto tempo,
Entro in questa penombra
Che, pomposamente,
Addobba lo spazio.
La comprensione di molte metafore
È polvere, nient’altro che polvere.
Pane, vino, agnello –
Che significato hanno questi simboli
In cui Dio si risveglia
Come un fiore dormiente?
E chi è questa gente, il gregge,
Che confluisce verso i cantici
Come un fiume lento e sicuro?
Una strana felicità
Incensa le loro voci indecifrabili.
Da molto tempo conservo Dio
Come un libro chiuso,
Orfano della fame che alimenta
E dell’inaridita sete che disseta.
Entro in questa penombra
Che, pomposamente,
Addobba lo spazio.
La comprensione di molte metafore
È polvere, nient’altro che polvere.
Pane, vino, agnello –
Che significato hanno questi simboli
In cui Dio si risveglia
Come un fiore dormiente?
E chi è questa gente, il gregge,
Che confluisce verso i cantici
Come un fiume lento e sicuro?
Una strana felicità
Incensa le loro voci indecifrabili.
Da molto tempo conservo Dio
Come un libro chiuso,
Orfano della fame che alimenta
E dell’inaridita sete che disseta.
________________
|
![]() |
Jan van Eyck Adorazione dell'Agnello (particolare) (1426-1432) |
Nessun commento:
Posta un commento