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Em frente, fica...
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Di fronte c’è...
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Em frente, fica o último prado
Onde pasta o último cavalo.
Atrás do prado, naufraga, afoga-se,
Soçobra o último sol
E nunca mais haverá um sol
Com face de prado e cavalo que pasta.
Amanhã, nascerão ali prédios,
Semeados por arquitectos,
Regados por homens de mãos grossas,
Impessoais, neutras, precisas
E, plantas concisas, brotarão os prédios.
Depois virão as mulheres
Que penduram nos prados dos fins de semana
Os seus alvos, perfumados esforços
Ou regam as suas enfermiças plantas,
Pálidas, sem vigor que cedo morrerão.
Afinal, o que é isto de Natureza?
Onde pasta o último cavalo.
Atrás do prado, naufraga, afoga-se,
Soçobra o último sol
E nunca mais haverá um sol
Com face de prado e cavalo que pasta.
Amanhã, nascerão ali prédios,
Semeados por arquitectos,
Regados por homens de mãos grossas,
Impessoais, neutras, precisas
E, plantas concisas, brotarão os prédios.
Depois virão as mulheres
Que penduram nos prados dos fins de semana
Os seus alvos, perfumados esforços
Ou regam as suas enfermiças plantas,
Pálidas, sem vigor que cedo morrerão.
Afinal, o que é isto de Natureza?
Di fronte c’è l’ultimo prato
Ove pascola l’ultimo cavallo.
Oltre il prato, naufraga, affoga,
S’inabissa l’ultimo sole
E non ci sarà mai più un sole
Davanti a un prato e a un cavallo al pascolo.
Domani, lì cresceranno edifici,
Seminati da architetti,
Annaffiati da uomini dalle grosse mani,
Impersonali, neutre, sicure
E, piante concise, gli edifici sbocceranno.
Dopo verranno le donne
Che dedicheranno ai prati di fine settimana
Le proprie pure, profumate energie
O annaffieranno le proprie cagionevoli piante,
Pallide, senza vigore che presto moriranno.
Dopotutto, che cos’è mai questa Natura?
Ove pascola l’ultimo cavallo.
Oltre il prato, naufraga, affoga,
S’inabissa l’ultimo sole
E non ci sarà mai più un sole
Davanti a un prato e a un cavallo al pascolo.
Domani, lì cresceranno edifici,
Seminati da architetti,
Annaffiati da uomini dalle grosse mani,
Impersonali, neutre, sicure
E, piante concise, gli edifici sbocceranno.
Dopo verranno le donne
Che dedicheranno ai prati di fine settimana
Le proprie pure, profumate energie
O annaffieranno le proprie cagionevoli piante,
Pallide, senza vigore che presto moriranno.
Dopotutto, che cos’è mai questa Natura?
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Louisa Matthiasdottir Tre pecore (1988) |
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