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O Solitário
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Il solitario
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Os muros enflorados caminhavam ao lado de um
homem solitário
Que olhava fixo para certa música estranha
Que um menino extraía do coração de um sapo.
Naquela manhã dominical eu tinha vontade de sofrer
Mas sob as árvores as crianças eram tão comunicativas
Que faziam esquecer de tudo
Olhando os barcos sobre as ondas...
No entanto o homem passava ladeado de muros!
E eu não pude descobrir em seu olhar de morto
O mais pequeno sinal de que estivesse esperando
alguma dádiva!
Seu corpo fazia uma curva diante das flores.
homem solitário
Que olhava fixo para certa música estranha
Que um menino extraía do coração de um sapo.
Naquela manhã dominical eu tinha vontade de sofrer
Mas sob as árvores as crianças eram tão comunicativas
Que faziam esquecer de tudo
Olhando os barcos sobre as ondas...
No entanto o homem passava ladeado de muros!
E eu não pude descobrir em seu olhar de morto
O mais pequeno sinal de que estivesse esperando
alguma dádiva!
Seu corpo fazia uma curva diante das flores.
I muri fioriti camminavano al fianco d’un uomo
solitario
Che guardava fissamente una musica strana
Che un bambino ricavava dal cuore di una rana.
Quella domenica mattina io avevo voglia di soffrire
Ma sotto gli alberi i fanciulli erano così espansivi
Che facevano dimenticare tutto
Nel guardare le barche sulle onde...
L’uomo frattanto passava affiancato dai muri!
Ed io non riuscii a scorgere nel suo sguardo da morto
Il benché minimo segnale che lui si stesse aspettando
un’elemosina!
Il suo corpo disegnava una curva davanti ai fiori.
solitario
Che guardava fissamente una musica strana
Che un bambino ricavava dal cuore di una rana.
Quella domenica mattina io avevo voglia di soffrire
Ma sotto gli alberi i fanciulli erano così espansivi
Che facevano dimenticare tutto
Nel guardare le barche sulle onde...
L’uomo frattanto passava affiancato dai muri!
Ed io non riuscii a scorgere nel suo sguardo da morto
Il benché minimo segnale che lui si stesse aspettando
un’elemosina!
Il suo corpo disegnava una curva davanti ai fiori.
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Takashi Murakami Fiori e teschi (2012) |
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